sábado, 3 de março de 2018

Bombeiros capotam caminhão de resgate durante deslocamento até ocorrência


A guarnição do Corpo de Bombeiros de Catanduvas acabou capotando um caminhão de resgate no momento em que a corporação que seguia para atender uma ocorrência de acidente de trânsito na tarde deste sábado, dia 3.

O veículo saiu da pista e parou nas margens da rodovia, em uma área de vegetação, com as rodas viradas para cima. Um bombeiro que estava na direção e uma bombeira que estava na carona sofreram lesões leves.

Ambos foram resgatados e encaminhados para avaliação médica no Hospital Santa Terezinha de Joaçaba. As causas do acidente não foram informadas.


oestemais

PGR protocola denúncia contra Raimundo Colombo por caixa 2


A Procuradoria-Geral da República (PGR) protocolou nesta sexta-feira (2) uma denúncia contra o governador licenciado de Santa Catarina, Raimundo Colombo (PSD). A PGR pede a condenação dele em um processo que investiga a suspeita de recebimento de R$ 2 milhões em caixa dois de executivos da construtora Odebrecht na campanha eleitoral de 2014.
Colombo disse que está aliviado com a conclusão do inquérito, em função do arquivamento das acusações de corrupção e propinas. Disse também que não vê problema e vai explicar a questão do caixa dois. Acrescentou que essa é uma questão eleitoral e não criminal.
O inquérito faz parte dos desdobramentos da Operação Lava Jato. O processo corre em segredo de justiça.
Para que Colombo se torne réu, a denúncia precisa ser aceita pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Não há prazo para essa análise.
Fonte: G1/wh3

sexta-feira, 2 de março de 2018

Três bancos são assaltados no interior do Rio Grande do Sul








Três bancos foram atacados nesta sexta no Rio Grande do Sul. Em um deles, o Banco do Brasil da cidade de Três Palmeiras, cinco criminosos, segundo a Brigada Militar, formaram um cordão humano com reféns durante o assalto. Eles obrigaram os homens a tirar a camisa. Na fuga, a quadrilha, que estava fortemente armada, colocou fogo em um veículo que estava em frente à agência. Os criminosos fugiram em uma caminhonete S10 branca em direção à Entre Rios do Sul. Em seguida, a quadrilha abandonou automóvel e teria fugido em Fiat Palio.
O segundo ataque de sexta-feira ocorreu no Banrisul do município de Braga. Por volta das 10h, quatro homens armados anunciaram o assalto e levaram o dinheiro dos caixas. Um quinto integrante da quadrilha aguardava em um carro na frente do banco. Na fuga, a quadrilha utilizou o carro EcoSport de um cliente que estava no Banrisul. Eles fugiram na direção da do município de Miraguaí. A Polícia Civil e a Brigada Militar realizaram buscas na região.
Já no Sul do Estado, pelo menos cinco criminosos atacaram agência do Banrisul em Piratini. O grupo explodiu um dos caixas eletrônicos por volta das 3h, durante a ação tiros de fuzil foram disparados. Mas não houve feridos. De acordo com a Brigada Militar, três explosivos teriam sido ativados na agência, contudo um não explodiu. Devido ao risco de detonação, o Grupo de Ações Táticas Especiais (Gate) foi mobilizado.
“Tem emulsão em dois caixas eletrônicos do banco ainda, então estamos esperando o Gate para depois a perícia realizar seu trabalho, mas já estamos investigando o caso de forma sigilosa”, disse o delegado Rafael Brodbeck. Os assaltantes mantiveram um comerciante que atua próximo ao banco sob ameaça para que não avisasse à polícia durante a ação. Eles levaram dinheiro do caixa danificado, mas ainda não se sabe a quantia. Os homens fugiram em uma caminhonete Duster. A Brigada Militar realizou buscas na região.
Na madrugada de quinta-feira, uma outra agência bancária do interior do Estado foi atacada. Ao menos quatro homens tentaram roubar o Banrisul, de São José do Hortêncio, no Vale do Caí. "Eles colocaram o artefato explosivo em um dos caixas eletrônicos que não acabou explodindo", destacou delegado Joel Wagner, titular da Delegacia de Repressão a Roubos do Deic. Na ocasião, o Gate também foi acionado para retirar o explosivo que foi deixado no caixa eletrônico. Como não tiveram êxito na ação criminosa, a quadrilha fugiu do local em um carro branco sem levar nada da agência.

wh3

O ministro Edson Fachin incluiu o presidente Michel Temer em um inquérito da Odebrecht na Lava-Jato


Edson Fachin, ministro e relator da Lava-Jato no STF (Supremo Tribunal Federal), autorizou a inclusão do presidente Michel Temer como um dos investigados em um inquérito aberto para apurar repasses da Odebrecht ao MDB em 2014.
O caso se refere a um jantar no Palácio do Jaburu em maio daquele ano em que teria sido acertado o repasse ilícito de R$ 10 milhões.
Fachin também autorizou a prorrogação do prazo para a Polícia Federal fazer as diligências do caso.
Agora, os investigadores terão mais 60 dias para concluir a apuração.
“Defiro o pedido da Procuradora-Geral da República para determinar a inclusão de Michel Miguel Elias Temer Lulia, atual Presidente da República, como investigado nestes autos de Inquérito, sem prejuízo algum das investigações até então realizadas e daquelas que se encontram em curso”, escreveu o ministro no despacho.
Já são alvos desse inquérito os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência), ambos do MDB. Na época de abertura da investigação, o então procurador-geral, Rodrigo Janot, entendeu que a Constituição proibia investigar o presidente por supostos crimes anteriores ao mandato.
No entanto, o ministro destacou que uma eventual investigação do presidente da República “não afronta a Carta Magna”.
“Com efeito, a imunidade temporária vertida no texto constitucional se alça a obstar a responsabilização do Presidente da República por atos estranhos ao exercícios das funções; mesmo nessa hipótese (a de atos estranhos ao exercício das funções) caberia proceder a investigação a fim de, por exemplo, evitar dissipação de provas, valendo aquela proteção constitucional apenas contra a responsabilização, e não em face da investigação criminal em si”, acrescentou o magistrado.
A inclusão foi feita a pedido da procuradora-geral Raquel Dodge, que discordou do entendimento de Janot.
Para ela, o presidente da República só “não poderá sofrer responsabilização em ação penal enquanto durar seu mandato”, mas pode ser investigado.
O ministro Fachin destaca que a investigação aponta supostos fatos no sentido de que integrantes do grupo político liderado por Temer, Padilha e Moreira Franco teriam recebido propina da Odebrecht em 2014 “como contrapartida ao atendimento de interesses deste grupo pela Secretaria de Aviação Civil da Presidência da República”.
Para Fachin, “tal contexto há de ser posto à prova”.
Ele ainda ressalta que a investigação “não implica, por evidente, nesse passo, qualquer responsabilização do investigado”.
Temer é alvo de outro inquérito que tramita no STF e apura se houve irregularidade em um decreto da área portuária que beneficiou a empresa Rodrimar, assinado em maio de 2017.
Além disso, o presidente já foi alvo de duas denúncias feitas pela PGR com base nas investigações da Lava-Jato. Em ambos os casos, a Câmara dos Deputados barrou as acusações, que ficam sobrestadas até ele deixar o cargo.
A assessoria do presidente Temer informa que o Planalto não irá comentar o assunto.

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