quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Helicóptero agrícola cai em lavoura no interior de município do Oeste


O piloto de um helicóptero agrícola acabou caindo com a aeronave em uma lavoura no interior do município de Lajeado Grande nesta terça-feira, dia 29. O acidente deixou a vítima apenas com ferimentos leves, segundo informou o Corpo de Bombeiros de Xanxerê.

A guarnição esteve no local e socorreu a vítima, que apresentava pequenas lesões e dispensou ser encaminhada ao hospital. O acidente ocorreu no momento em que o piloto sobrevoava a plantação com a aeronave, utilizada para espalhar veneno na lavoura.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o helicóptero caiu após bater em fios da rede de energia elétrica. A equipe também manteve contato com a Iguaçu Energia para o corte da energia no local e o reparo dos danos.

oestemais

Caminhão carregado de cigarro do Paraguai é apreendido pela PRF na BR-282


Um caminhão graneleiro carregado de cigarro contrabandeado do Paraguai foi apreendido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) de Joaçaba na tarde desta quarta-feira, dia 30. O veículo foi abordado pela PRF na BR-282 em Catanduvas, no trevo de acesso a Jaborá.
 A perceber que teria que parar o veículo, o motorista saltou da cabine e correu para o mato. Policiais fizeram buscas, mas até o momento ele não foi localizado.
 O caminhão Volkswagen 24.250, com placas AMW-411 de Cascavel (PR), foi guinchado até a delegacia da PRF de Joaçaba para ser feita a contagem da mercadoria.
Fonte: Oeste Mais


Aeronáutica conclui que avião da Chapecoense caiu por falta de combustível


Enquanto eram feitas homenagens no estádio da Chapecoense e no estádio do Atlético Nacional, em Medellín, a Aeronáutica Civil colombiana confirmou que a aeronave não tinha combustível. A afirmação é do secretário de Segurança Aérea do país, coronel Fredy Bonilla, feita em uma coletiva de imprensa transmitida pelo Twitter do órgão.
Segundo Bonilla, antes do acidente com a aeronave que matou 71 pessoas, um outro avião pediu para pousar em Rionegro porque também estava com falta de combustível. Isso aconteceu às 21h52. Logo depois, o voo da Chapecoense faz o mesmo aviso à torre de comando e pede prioridade para pousar.
Como não há tempo suficiente, o avião acaba caindo. Segundo Bonilla, o avião bateu em baixa velocidade contra a montanha, o que fez com que houvesse sobreviventes. Primeiro, a aeronave se chocou contra o solo e perdeu a cauda. Em seguida, as asas e a cabine colidiram com uma montanha.
A linha de investigação da Aeronáutica colombiana é de que a pane seca tenha feito os sistemas elétricos pararem. As caixas-pretas do avião deve ser enviada em breve às autoridades da Inglaterra, onde foi fabricado o avião.
Metrópoles

Chapecoense espera 100 mil pessoas no velório coletivo em SC

Chapecoense espera 100 mil pessoas no velório coletivo. Foto: Guilherme Testa
O presidente em exercício da Chapecoense, Ivan Tozzo, e a comissão criada para comandar o clube concederam entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira para falar sobre as preparações para o velório coletivo que ocorrerá no gramado da Arena Condá. A expectativa é que 100 mil compareçam a cerimônia e que tenham acesso ao gramado.
Pelas informações recebidas pelo clube, até a quinta-feira todos os corpos devem ser reconhecidos. Eles serão transladados para o Brasil por aviões da Força Aérea Brasileira. A Chapecoense irá respeitar as famílias que desejam realizar as cerimônias fúnebres nas suas cidades natais, porém, o desejo do clube é que todos brasileiros que estavam na aeronave sejam velados na cidade catarinense.
Segundo a Chapecoense, os atletas e o jornalista internados em Medellín não correm mais risco de morte e a previsão é que eles fiquem pelo menos mais 10 dias na Colômbia.
Devido a grande procura de jornalistas de todo o mundo, o marketing do clube decidiu dividir as informações. Todos os detalhes serão divulgados em português, espanhol e inglês e postados na página oficial do clube. Além disso, um funcionário será exclusivo para repassar informações adicionais nos outros dois idiomas.
Ivan Tozzo não viajou para a Colômbia apesar de ter seu nome incluído na lista de passageiros, pois no sábado, dois dias antes do início da viagem, teve um “pressentimento ruim”. No momento, evitou falar para seus pares de direção, mas garantiu que falaria sobre a desistência após o retorno da delegação a Santa Catarina.
"No sábado falei que não iria. Revelei que iria explicar outra hora (o motivo), mas que não iria (viajar). Assim aconteceu", recorda Tozzo.
A tendência é que o velório inicie na sexta-feira. Nesta quarta foi realizada uma simulação do cortejo, que terá quatro carretas para transportar os corpos. O trajeto completou levou 45 minutos. A previsão é que no dia da chegada o tempo seja ainda maior.
CP