sábado, 4 de novembro de 2017

Dinheiro estava escondido em carga de alface


A Polícia Rodoviária Federal (PRF) fez a maior apreensão de dinheiro na história da corporação em todo o país na noite de quinta-feira (2) em Campina Grande do Sul, região metropolitana de Curitiba. No total, cerca de R$ 12 milhões em notas de Real e Dólar foram apreendidos em um caminhão. O dinheiro estava escondido entre caixas de alface e alho. 

Segundo a PRF, os maços - 8 milhões em notas de reais e 1,2 milhão de dólares - foram encontrados após fiscalização no baú do caminhão, que transitava pela BR-116, a Rodovia Régis Bittencourt, que liga Curitiba a São Paulo. Morador de Curitiba, o motorista disse que saiu de São Paulo e seguia para Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. Ele alegou não saber que o dinheiro estava na carga. Mesmo assim, foi preso.
A PRF disse ainda que a descoberta veio de uma abordagem de rotina e não de denúncias. O caminhão foi parado por volta de 22 horas de quinta, em frente à Unidade Operacional Taquari, no quilômetro 56 da BR-116.
Os R$ 12 milhões foram levados primeiro para a Superintendência da Polícia Rodoviária Federal, onde o dinheiro foi lacrado. No final da manhã desta sexta (3), equipes da Polícia Federal e da PRF escoltaram o montante apreendido até a sede da Justiça Federal, no bairro Ahú, onde o dinheiro está sendo contado .

auonline

Neste domingo, a Petrobras volta a reajustar o preço do gás de cozinha. A alta acumulada já chega a 54% em quatro meses


A partir da madrugada deste domingo, a Petrobras elevará os preços do GLP residencial envasado em botijões de até 13 quilos, popularmente conhecido como “gás de cozinha”. O aumento médio será de 4,5%, informou a estatal por meio de um comunicado distribuído nessa sexta-feira.

“O reajuste foi causado principalmente pela alta das cotações do produto nos mercados internacionais, influenciada pela conjuntura externa e pela proximidade do inverno no Hemisfério Norte. A variação do câmbio também contribuiu”, detalhou a mensagem.
Segundo a empresa, caso o ajuste seja integralmente repassado ao consumidor pelas distribuidoras, a alta será de 2% em média, ou cerca de R$ 1,21 por botijão, “se forem mantidas as margens de distribuição e de revenda e as alíquotas de tributos”.
Desde que a companhia mudou a sua política de preços para o GLP, em junho, já foram cinco aumentos e uma única redução, no dia 5 de julho. Nesse período, o produto vendido em embalagens de até 13 quilos acumula aumento de 54%. O último reajuste aconteceu no dia 10 de setembro, quando os preços foram reajustados em torno de 12,9%.
No ano, o preço médio do gás de cozinha subiu 15,58%, segundo dados da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás e Biocombustíveis). O valor médio do botijão para o consumidor saltou de R$ 55,74 em janeiro para R$ 64,42 na semana encerrada em 28 de outubro.
Na quarta-feira passada, a empresa havia anunciado um aumento também no preço do GLP para embalagens maiores que 13 quilos, que são mais usadas por estabelecimentos do comércio e da indústria. A alta foi de 6,5%. Para essa modalidade, o reajuste acumulado desde junho é de 29,5%.
Diferença
Desde 2013, a estatal tem praticado preços diferentes para os dois produtos. A política foi iniciada ainda no começo do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e oficializada em 2015 – durante a gestão de sua sucessora Dilma Rousseff, por meio de uma resolução do CNPE (Conselho Nacional de Política Energética). O objetivo era contribuir para conter a inflação.
Agora, a nova política de preços mantém esse tratamento diferenciado: para o cálculo do GLP industrial, a Petrobras inclui o custo de importação, além das cotações internacionais e margem de lucro. A ANP, entretanto, defende o fim da diferença de preços, alegando que isso prejudica a atração de investimentos para o setor.
Novo cálculo
Segundo a estatal, o preço final às distribuidoras será formado pela média mensal dos preços do butano e do propano no mercado europeu, convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, mais uma margem de 5%.
Na composição de preços ao consumidor, a Petrobras responde por cerca de 25% do valor final, enquanto outros 20% são tributos. Os outros cerca de 55% correspondem a custos de distribuição e revenda.
O preço final às distribuidoras será formado pela média mensal dos preços do butano e do propano no mercado europeu, convertida em reais pela média diária das cotações de venda do dólar, mais uma margem de 5%, informou a Petrobras.
“O cálculo do preço vai ser baseado nas cotações propano e bupano no ARA, que é Amsterdã, Roterdã e Antuérpia, um mercado relevante, um mercado líquido, que tem cotações líquidas para formação de preços e representa a melhor indicação de preços no mercado internacional”, disse o diretor da estatal, Jorge Celestino.
Em junho, ao detalhar como seria a composição do preço do botijão, o executivo ressaltou que haveria um aumento na margem do preço da companhia e uma diminuição do valor de distribuição e revenda. Até então, a Petrobras respondia por cerca de 25% do valor final, outros 20% são tributos e o restante do preço é composto por distribuição e revenda.
osul

Ocupantes do veículo não se feriram no acidente inusitado, conforme polícia


Um carro parou na vertical em um acidente na SC-135 em Calmon, no Oeste catarinense. Segundo a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), os dois ocupantes saíram do veículo sem ferimentos. O caso aconteceu por volta das 10h de quarta-feira (1º) no km 60,400.

O motorista relatou aos policiais que tentou desviar de um pedaço de madeira, se perdeu, saiu da pista e acabou com o carro escorado em uma placa de divulgação turística da Prefeitura de Calmon.

"Nem ele sabe como parou ali. É um acidente bem inusitado porque o terreno não ajuda o carro a ficar naquela posição, é sem diferença de nível. Eu nunca tinha atendido um acidente que o carro ficasse assim", contou o sargento Rui Braz de Oliveira.

Quando ele chegou no local, o casal de Caçador já havia saído do carro. Os dois utilizavam cinto de segurança.

O Gol com placas de Calmon foi retirado do local ainda na quarta-feira, segundo a PMRv.


Fonte: G1 SC | Foto: PMRv/Divulgação/tivinet

Passageiros arriscam travessia sem equipamentos de segurança



Em Itapiranga no Extremo Oeste de Santa Catarina, cidade conhecida como o Berço Nacional da Oktoberfest, com pouco mais de 16 mil habitantes faz divisa com o estado do Rio Grande do Sul. O que separa os dois estados é o Rio Uruguai, para fazer a travessia a única forma é utilizar a balsa ou pequenas embarcações que nem sempre são tão seguras. Centenas de pessoas utilizam diariamente os meios de transporte, não existe outra alternativa. Na balsa, veículos, caminhões e as pessoas dividem o espaço. Quem precisa fazer a travessia mais rápido acaba se arriscando e usando os barcos menores que mesmo cumprindo um papel importante no transporte traz riscos já que a maioria não dispõe dos coletes salva vidas na embarcação. 
Rosangela Muniz que mora em Pinheirinho do Vale (RS) diz que utiliza todos os dias as lanchas e barcos para fazer a travessia para ir ao trabalho e retornar para casa. “É o meio mais rápido e fácil para atravessar, um pouco de medo dá, mas os ‘motoristas’ passam um pouco de segurança para a gente porque só tem esse meio por enquanto”, afirma. 
A fiscalização do transporte de navegação é de competência da Marinha do Brasil. Conforme o Comandante de Bombeiro, André Rauber o Corpo de Bombeiros prezando pela segurança da população que faz uso dessas embarcações repassa uma série de orientações e quando verifica uma situação considerada critica e de alto risco, a corporação procura intervir principalmente em épocas de cheias do Rio Uruguai. “Tomamos medidas preventivas como limitar a capacidade das embarcações e nos momentos em que o nível do rio se encontra mais alto a gente acaba por orientar e proibir a travessia até que o rio atinja um nível seguro”, relata. 

O que diz a Marinha 
A assessoria de Comunicação Social da Delegacia da Capitania dos Portos em Itajaí (SC) afirmou por email a nossa equipe que realiza visitas periódicas na região por meio da Delegacia Itinerante. Também destaca com relação ao uso de equipamentos de segurança que não há determinação nas Normas da Autoridade Marítima (NORMAM) que determine que os passageiros utilizem coletes salva-vidas nas embarcações por ocasião da travessia. É recomendado a sua utilização visando proporcionar uma maior segurança do passageiro. No entanto, prevê que os coletes salva vidas estejam acomodados na embarcação em local visível bem sinalizados e de fácil acesso de maneira a poder serem prontamente utilizados. Essa norma vale tanto para as pequenas embarcações quanto para balsas. A Capitania dos Portos informa no email que aquele que descumprir o estabelecido nas normas pode ser enquadrado nas infrações previstas que vão desde multa até suspensão do certificado de habilitação.
Ainda conforme o email da Delegacia da Capitania dos Portos todos os meses uma equipe de militares pertencentes a esta Organização Militar realizam a missão denominada “Delegacia Itinerante” no Oeste Catarinense (Chapecó, Mondaí, Abelardo Luz, Águas de Chapecó, Itapiranga e demais municípios circunvizinhos) no período de 10 dias visando a prestação de serviços à sociedade local e Inspeção Naval nas embarcações da jurisdição desta Delegacia da Capitania dos Portos.
 Normas para garantir a segurança com a barca  
O embarque e o desembarque de passageiros e veículos deverão ser feitos com a embarcação totalmente atracada e com as espias passadas, sob a orientação dos funcionários da empresa concessionária. Após a partida da embarcação, nenhum veículo poderá ser deslocado de sua posição de estacionamento;
 - Todos os veículos deverão estar com o freio de estacionamento (freio-de-mão) acionado, o motor desligado, a marcha engrenada, as luzes apagadas e suas rodas calçadas com, pelo menos, dois calços, de modo a impedir movimentos durante a travessia;
 - Em hipótese alguma o transporte de veículos poderá impedir a perfeita visibilidade do timoneiro; 
 - Recomenda-se que as pessoas não permaneçam no interior dos veículos, enquanto a embarcação estiver em movimento
 b) O artigo 1006 das Normas da Autoridade Marítima nº 02 prevê que nenhuma pessoa poderá viajar na borda, na balaustrada ou em qualquer outro local da embarcação que não ofereça a segurança adequada
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